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| 13/07/2007 |
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PEUGEOT TIRA RELAXA E COMPRA DO AR

Comercial ironiza frase da ministra
A veiculação do novo comercial de varejo da Peugeot, “Relaxa e compra”, durou menos de 48 horas. Atendendo pedido de Brasília, a montadora decidiu retirar o filme do ar neste sábado (14). A peça é uma referência irônica à recomendação “Relaxa e goza”, feita pela ministra do Turismo Marta Suplicy aos passageiros que enfrentavam filas e atrasos nos aeroportos do país. O deslize da ministra serviu de tema para o bem humorado comercial da Euro Brasil, pegando carona na gafe para vender automóveis de seu cliente. No comercial, um ator caracterizado como a ministra convida o consumidor a trocar as filas nos aeroportos pelos “aviões” da Peugeot. O filme integra nova campanha promocional para a linha Peugeot 307 e 206 SW, composta também por anúncios para a mídia impressa. O comercial, que começou a ser veiculado na última quinta-feira (12) mostra os modelos em destaque apresentados pela personagem caricata da ministra. A criação é de Jáder Rossetto, Rodrigo Senra, Daniel Poletto, Leonardo Gonçalves e Kleyton Mourão. A produção é da Cia. de Cinema, com direção de Rodolfo Vanni.Para assistir o filme clique aqui. Apesar de atender o pedido para suspender sua veiculação, Peugeot e Euro Brasil comemoram os resultados. As montadoras da marca amanheceram este sábado lotadas e um grande número de consumidores ligaram pedindo uma cópia do divertido comercial.
Escrito por Adonis Alonso às 19h09
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EX-PROFISSIONAIS DA McCANN ABREM AGÊNCIA

Janjácomo e Patrícia: nova agência. Sulzer assume GM (Fotos Miro)
O diretor de arte Danilo Janjácomo, que deixou uma das diretorias de criação da McCann-Erickson pouco antes do Festival de Cannes, e Patrícia Weiss, ex-vice-presidente Demand Leader daquela agência, vão anunciar no final deste mês de julho uma nova empresa de publicidade. A nova agência, que segundo Danilo está sendo montada no estilo das hot shops, terá ainda mais dois ou três sócios, em negociação. Antes da McCann Janjácomo já havia atuado na equipe de Adriana Cury, na Ogilvy. Nos últimos meses, ele comandava um grupo de contas que reunia as marcas General Motors, Kibon e HP. Patrícia Weiss estava na McCann desde janeiro como vp Demand Leader, responsável pelo grupo de contas liderado pela Nestlé. Ela iniciou sua carreira no marketing de empresas como McDonald's e Citibank. Entre outras agências Patrícia já havia atuado Africa, Ogilvy e DM9. “Vamos ser uma agência independente de projetos diferenciados e negócios criativos. Não pretendemos tirar cliente de ninguém, mas sim oferecer alternativas de trabalhos de criação para grandes marcas”, explica Janjácomo. Além disso, a dupla garante que começa a operar com algumas contas exclusivas já conquistadas. Promovido a diretor de criação no início do ano, Eric Sulzer assume a função de Janjácomo na McCann como principal criativo das campanhas da General Motors.
Escrito por Adonis Alonso às 14h46
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| 12/07/2007 |
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CADÊ AS HOT SHOPS BRASILEIRAS?

Schönburg, Francucci e Campos: iniciativa
Desde o surgimento da norte-americana Wieden + Kennedy, em Portland, Oregon, nos anos 90, o movimento das hot shops criativas não parou de crescer. No final daquela década, ganhou mais força com o formato europeu, através das holandesas Strawberry Frog e Kessels Kramer e da inglesa Mother. Atualmente, além das premiadas Taxi, do Canadá e Madame Rushmore, da Espanha, fazem muito sucesso as hot shops argentinas, como a Santo, Madre, El Hotel, El Ciello, sucessora da Agulla & Baccetti, e La Comunidad, que também tem sede em Miami. Na semana passada foi anunciada mais uma hot shop em Buenos Aires, a La Negra, que estreou criando um comercial para a Coca-Cola Europa, veiculado também na Ásia. Por que a onda não chega ao Brasil, onde esse tipo de empresa aparece timidamente? Há dois anos, Alex Schönburg, ex-TBWA Brasil e com uma carreira internacional que inclui o comando da Cayenne, agência alemã de Dusseldorf vendida à Dentsu, voltou ao país para fundar a AG407. Montada no formato de hot shop, com ênfase em criação e design, foi inspirada na holandesa Kessels Kramer. Atualmente, o mercado nacional reconhece outras duas agências com características de hot shop: Santa Clara e Famiglia, além de uma promessa, a Glória, recém-instalada por Alexandre Lucas. Mas por que elas não deslancham como em outros países e principalmente como na vizinha Argentina? Para Fernando Campos, da Santa Clara, o sistema de remuneração das agências, baseado em compra de mídia, impede que a cobrança de fee criativo se consolide. Schönburg lembra também que ao contrário do que acontece na Argentina, onde os principais profissionais de Criação fizeram carreira internacional para depois comandar uma hot shop, no Brasil isso não acontece. “Normalmente partem de uma longa experiência em multinacionais do próprio país para montar uma hot shop”, diz. A Famiglia, de Átila Francucci, é apontada como o modelo mais próximo de uma hot shop. "Talvez apontem nossa agência e a Santa Clara por serem as mais recentes. Mas também é verdade que nos posicionamos assim", explica Francucci. Para ele, a concorrência acirrada do mercado empurra os diretores de marketing e cumprir apenas metas baseadas em números e não em percepção de imagem, o que favoreceria trabalhos mais criativos. Ele também lembra que os breakes da tevê argentina são dos mais sofisticados em termos de produto criativo porque o nível cultural do povo é alto e favorece o entendimento das mensagens embutidas num comercial inteligente. Num ponto, porém, todos concordam: o grande entrave para a consolidação das hot shops no Brasil ainda são os clientes. Também acostumados à remuneração por taxa sobre a mídia, os anunciantes mantém suas grandes verbas em grandes agências e não entregam projetos especiais às butiques criativas, como ocorre em outros países, inclusive a Argentina. Walter Susini, diretor de marketing da Coca-Cola para a América Latina, por exemplo, trabalha no país vizinho com hot shops como a Santo e La Negra, e no Brasil maneja sua conta apenas através de multinacionais como a McCann, Ogilvy e JWT. Como costuma dizer Fernando Campos a criativos de outros países que o questionam sobre as hot shops brasileiras, “não se impressionem com o tamanho do biquíni, o Brasil ainda é um país muito conservador”.
Escrito por Adonis Alonso às 16h21
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LEI CIDADE LIMPA TERÁ EXCEÇÃO
Broadway: show de luminosos
Mostrando bom senso, o prefeito paulistano Gilberto Kassab já admite exceções à intransigente Lei Cidade Limpa, que vigora desde 1º de janeiro na cidade proibindo todo tipo de mídia exterior. Kassab se convenceu de que teatros e cinemas poderão ter cartazes e luminosos em dimensões superiores às autorizadas. Até agora, como única ressalva, a lei permite apenas que o mobiliário urbano, controlado pela prefeitura, seja utilizado como mídia nas ruas do município. A medida gerou enorme polêmica no mercado publicitário, não apenas por cercear a criatividade num veículo como o outdoor, muito utilizado para atingir o grande público, como também por ter causado cerca de 20 mil demissões, segundo o Sindicato das Empresas de Mídia Exterior do Estado de São Paulo. O prefeito, porém, lembra que a autorização especial para cinemas e teatros ainda depende de regulamentação. Como ele reconheceu, esses locais se diferenciam de pontos comerciais pela troca constante de atrações, o que é preciso ser divulgado corretamente para conhecimento do público. Talvez tenha se lembrado da Broadway, cartão postal de Nova York conhecido em todo o mundo.
Escrito por Adonis Alonso às 14h28
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| 11/07/2007 |
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UOL LANÇA CAMPANHA NA ARGENTINA

Comercial vende diversão e banda larga
Terceiro maior portal do mercado argentino, o UOL acaba de lançar uma nova campanha publicitária naquele país criada pela agência local Oil, do criativo Esteban Martucci. Em número de acessos o UOL argentino só perde para os grandes jornais Clarin e La Nacion e registra cerca de 1,5 milhão de visitas mensais. Um comercial animado divulga as atrações de conteúdo do portal e as possibilidades de diversão nas seções de Jogos, Horóscopo, Teatro, Televisão, Futebol e Música. Conforme explica Enor Paiano, diretor de publicidade do UOL, o portal argentino pertence 100% à empresa brasileira do grupo Folha. Seu principal dirigente, inclusive, é o brasileiro Luis Molento, que atuava aqui no país. O UOL argentino também é o único a operar fora do Brasil, sobrevivente da era da Bolha da Internet, no final dos anos 90. Em 2001, segundo Paiano, o UOL acabou desativando outros portais que funcionavam em países latino-americanos como Chile, Colômbia e Venezuela. O novo filme publicitário também divulga a nova promoção de assinatura de “Banda Ancha” por $ 24,90 pesos por mês.
Escrito por Adonis Alonso às 17h12
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MATOS GREY ANUNCIA NOVO CFO
Silvio Matos, presidente da Matos Grey, agência do grupo WPP que iniciou suas operações no Brasil em janeiro deste ano, anuncia hoje à tarde o novo Chief Financial Officer do grupo. Eduardo “Duda” Groisman, ex-Grupo Total, assume a função e passa a compor o comando da Matos Grey com o próprio Silvio, Marcos Lacerda e Sergio Brandão, que responde pela G2 e Zest, as outras empresas do grupo. Numa listagem de 15 clientes, destacam-se na Matos Grey as marcas Bradesco, Harley Davidson, Medial Saúde, Leader, Pantene e a revista Vip. Entre o final de 99 e meados do ano passado Duda Groisman atuou na área financeira do Grupo Total, de Eduardo Fischer. Formado em Administração de Empresas, Groisman se especializou em negócios de publicidade. Ele também se dedica a projetos sociais que pretende continuar realizando. Groisman atua como voluntário em projetos do Terceiro Setor junto à favela do Bairro do Capão Redondo desde 1993 e é diretor da ONG Symap para educação de crianças através do esporte.
Escrito por Adonis Alonso às 09h04
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| 10/07/2007 |
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Y&R TAMBÉM LIDERA RANKING ARGENTINO
(Fischer América é a 15ª agência do país)
Darío Straschnoy, presidente da Y&R
Assim como no Brasil, a Young & Rubicam é a maior agência da Argentina. A revelação é do site Adlatina, que depois de muitos anos sem essa informação no mercado, elaborou ranking baseado no Directorio Publicitário AAPP 2006 sobre Inversiones Brutas do Monitor de Médios. Similar ao estudo do Ibope Monitor no Brasil, o levantamento considera investimento em mídia nos veículos televisão, jornais, revistas e rádio, sem levar em conta outros meios, descontos e bonificações. Como resultado, a Y&R Buenos Aires aparece com uma verba de mídia de 1,2 bilhão de pesos, ou o equivalente a US$ 400 milhões. O total de investimento publicitário naquele país em 2006 atingiu pouco mais de US$ 4 bilhões. A Fischer América Argentina aparece em 15º lugar no ranking, com um volume de US$ 55 milhões, à frente da DDB local, que faturou US$ 52,5 milhões em 2006. A McCann-Erickson, uma das primeiras agências em quase todos os mercados latino-americanos, surge no ranking argentino apenas em 14º lugar, com um faturamento aproximado de US$ 57,3 milhões. As dez primeiras: 1º Y&R (US$ 405,6 milhões), 2º Ogilvy & Mater (US$ 255,2 milhões), 3º DraftFCB (US$ 237,6 milhões), 4º Cravero Lanis (US$ 181,1 milhões), 5º JWT (US$ 165,2 milhões), 6º Euro RSCG (US$ 141,9 milhões), 7º Del Campo Nazca S&S (US$ 140,2 milhões), 8º Vega OImos Ponce (US$ 106 milhões), 9º Leo Burnett (US$ 103,1 milhões) e 10º BBDO (US$ 93,9 milhões).
Escrito por Adonis Alonso às 15h11
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LUCIANA SCHWARTZ ASSUME O MÍDIA DADOS
Luciana: divisão técnica
Luciana Schwartz, diretora-geral de Mídia da Young & Rubicam, assume em agosto a diretoria da Divisão Técnica do Grupo de Mídia São Paulo em substituição a Lídice Salgot, da Talent, que, deicidiu se dedicar aos negócios da família. Luciana vai supervisionar o Mídia Dados, o mais completo levantamento sobre o mercado publicitário do país. Ela já atuou também em outras importantes agências brasileiras, como AlmapBBDO, McCann-Erickson e DPZ. Nessa trajetória, conquistou prêmios como o 1º Prêmio Estadão de Mídia do Ano em 2001, Media Lions no Festival de Cannes 98 e 1º e 2º Prêmio Abril de Mídia nos anos de 1997 e 98.
Escrito por Adonis Alonso às 11h17
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| 08/07/2007 |
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FLÁVIO NARA ASSOCIA-SE À WOODY SM2

Costa, Gebara e Nara: novo time da Woody SM2
Citando o inventor Thomas Edson, que criticou o fato das pessoas jogarem fora as boas oportunidades porque elas geralmente surgem vestidas com macacão de operário, Flávio Nara garante que já vestiu seu macacão. Ex-Lew,Lara, DM9 e Grupo Ypy, do qual deixou recentemente a direção de Relacionamento com o Mercado, Nara está sendo apresentado como novo sócio da agência Woody SM2 Negócios Criativos. A agência foi criada através da associação entre o criativo Woody Gebara com Salomão Gil e Mário Mascioto, fundadores da SM2 há nove anos. Gebara começou sua carreira na antiga Fischer,Justus Y&R e em vôo solo atendeu por vários anos a conta da C&A. Junto com Flávio Nara, Woody Woody participou da nova fase da MPM, presidida por Bia Aydar e pertencente ao grupo Ypy. Flávio Nara será diretor de Atendimento e Novos Negócios da Woody SM2 Negócios Criativos, agência que contabiliza 20 clientes e faturamento anual aproximado de R$ 35 Milhões. Com objetivo de dobrar esse faturamento em um ano, a agência acaba de conquistar como novos clientes a Casa do Pão de Queijo, Delphi Eletronics e Anglo Sistema de Ensino, que somam verba publicitária de R$ 7 milhões. Além de Nara, a Woody SM2 Negócios Criativos anuncia também a contratação do diretor de criação Waldir Costa, ex- Avanti (house da C&A), que criou com Woody o conceito "Abuse Use C&A" e o personagem "Sebastian", ícone da marca há 17 anos e que continua no ar até hoje. Também integram a lista de clientes da nova agência as marcas Suzuki, 5 à Séc, S.O.S Computadores, Lorenzetti, Darling, Grupo Da Vinci (concessionárias e locadoras), Achocolatado Palate, Bifarma, Max Love, Guerreiro (jóias) e Shopping Catuaí de Londrina, entre outros.
Escrito por Adonis Alonso às 12h33
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