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| 06/07/2007 |
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BOCA JUNIORS GANHA DESENHO ANIMADO
Boca Toons: animação em 3D
Com o objetivo de duplicar a receita gerada pela exploração de sua marca, e atingir um total de 12 milhões de pesos, ou US$ 4 milhões, por ano, o Boca Juniors da Argentina fechou contrato com a agência MKM Group, de Buenos Aires, e torna-se tema de uma série de desenhos animados que deverão ser veiculados entre agosto e outubro na tevê daquele país. O projeto, primeiro de advertainment da América Latina a explorar um clube popular de futebol, apóia-se na disputa do Mundial de Clubes do Japão, em dezembro, do qual o Boca é um dos seis participantes por ser campeão da Libertadores de América. A série, denominada Boca Toons está sendo produzida pela Capítulo 2 que modelou os principais craques do time em tecnologia 3D. O tema central da série será uma família torcedora comandada pelo pizzaiolo Pepe Della Boca e seus três filhos, batizados com nomes que homenageiam ídolos da Bombonera: Guilhermina (em homenagem a Guilhermo Barros Schelotto), Martin (Martín Palermo) e Carlitos (Carlos Tevez). A idéia é veicular quatro vezes por dia capítulos de um minuto e meio. Para Fernando Safdie, da MKM, o projeto vai comprovar que o advertainment ocupará cada vez mais espaço nas estratégias de marketing e comunicação. Quem quiser pode assistir à abertura de um dos primeiros episódios clicando aqui.
Escrito por Adonis Alonso às 15h44
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BRASILEIRÃO: UM MILHÃO DE ÁLBUNS
Cartaz da campanha de lançamento
Somente através de encarte em jornais, o álbum de figurinhas Show do Brasileirão 2007, da Panini, contabiliza um milhão de unidades distribuídas. A partir desta segunda-feira (9), o produto pode ser encontrado também em bancas de revistas de todo o país, assim como os cromos. O álbum Show do Brasileirão 2007 tem 116 páginas e 584 figurinhas. Cada envelope com cinco cromos custa R$ 0,60 nos pontos de venda. A campanha de divulgação do novo lançamento da Panini é da agência paulistana MF5, de Marcelo Fassina, empresa criada há 12 anos e que atende também, entre outros clientes, a Kibon e a Panamericana Seguros. Aprovada pelo diretor de marketing da Panini, Márcio Borges, a campanha é composta de totem, cartaz e bandeirola para banca de jornal, e um filme de TV em animação que entra no ar em agosto, na Volta às Aulas. Até agora, o álbum foi distribuído encartado no jornal Diário de São Paulo e neste final de semana será oferecido gratuitamente em jornais do Rio de Janeiro, Vitória e Porto Alegre. A venda das figurinhas, porém, terá abrangência nacional. A Panini Brasil é uma subsidiária do Grupo Panini, com sede em Modena, Itália, que iniciou suas operações em 1961 com o lançamento do álbum do Campeonato Italiano de Futebol. No país desde 1989, a Panini é líder do mercado de álbuns de figurinhas, cards e quadrinhos. Neste ano de 2007 sua produção de quadrinhos chegará a 27 milhões de cópias. Sua distribuição no Brasil inclui 30 mil bancas de revistas e mil supermercados, além de livrarias e lojas especializadas. O Show do Brasileirão apresenta visual diferenciado, com figurinhas de técnicos, árbitros e assistentes, tabela de jogos que permite anotar placar e ainda a história da competição, iniciada em 1971.
Escrito por Adonis Alonso às 14h38
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| 05/07/2007 |
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NOVA S/B, MPM E DE BRITO VENCEM CORREIOS
A Nova S/B ficou com a maior verba, de R$ 45 milhões, da concorrência da conta publicitária de R$ 90 milhões dos Correios. A agência de Silvana Tinelli, Bob Vieira da Costa e Valmir Leite ficou com a maior nota, cerca de 55 pontos, na proposta técnica para a conta do grupo liderado pelo serviço Sedex. A MPM ficou em primeiros nos outros dois grupos e optou pela conta de R$ 22 milhões de Telegramas e Marketing Direto. A De Brito, segunda colocada no grupo que inclui a conta de patrocínios esportivos, ficou com a verba de R$ 23 milhões com a desistência da MPM.
Escrito por Adonis Alonso às 15h49
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Concorrência dos Correios
CRITÉRIOS DESAGRADAM PARTICIPANTES
(Várias agências devem recorrer da decisão)
A Reunião da comissão de licitação da conta publicitária de R$ 90 milhões dos Correios com as agências concorrentes, em Brasília, já foi interrompida duas vezes. Correios pretendem anunciar no final da tarde de hoje as três agências vencedoras. A MPM pode ser uma das grandes ganhadoras. Pelo que se pode apurar até agora, grandes agências como DPZ, Ogilvy, Giovanni e Lew Lara, todas experientes em contas públicas, já foram eliminadas por desacordo na apresentação dos cases de seu portfólio. A Propeg, que já teria ganhado um dos grupos em disputa também teria sido desclassificada. As agências contestam os critérios adotados, que apontam a mineira Tom, a gaúcha Escala, a carioca Artplan como as empresas com melhor portfólio. A McCann-Erickson também teria sido eliminada em uma das contas disputadas e deve recorrer. MPM, ao que parece, teria ficado em primeiro lugar em dois dos três grupos de contas e deve escolher o maior. A brasiliense Mr.Brain, a paulista De Brito e a baiana Link são opções pela sua pontuação. Os Correios vão escolher três entre as 29 agências concorrentes para atender as seguintes verbas: R$ 45 milhões para Sedex, R$ 22 milhões para Telegramas e Marketing Direto e R$ 23 milhões para patrocínios esportivos. Atualmente, Giovanni FCB e Link atendem a publicidade da empresa. O processo começou com 29 agências habilitadas: 141 Brasil, Ágil, Agnelo Pacheco, Artplan, Casablanca, Competence, Contemporânea, Contexto, DeBrito, DCS, DPZ, Escala, Eugenio, Giacometti, Giovanni, Lew Lara, Link/Bagg, Lowe, McCann Erickson, MPM, Mr.Brain, NovaS/B, Ogilvy, PPR, Propeg, Publicis, RC, Tom Comunicação e Y&R.
Escrito por Adonis Alonso às 14h42
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PARCEIROS TAMBÉM COMEMORAM LEÕES

André e Fernanda: hot shop interativa
Eckersdorff:expert em tecnologia
Em participação especial na área Cyber Lions, que não se repetirá segundo Nizan Guanaes, a Africa foi a segunda agência brasileira mais premiada em Cannes 2007. Além disso, por um ponto não se consagrou como a Agência Interativa do Ano no festival, sendo derrotada por 28 a 27 pela norte-americana Crispin Porter + Bogusky. Os cinco Leões da Africa, um de Prata e outros quatro de Bronze conquistados pela equipe criativa de Suzana Apelbaum, também jurada brasileira em Internet no Cannes Lions 2007, são resultado de um trabalho de equipe. Pelo menos duas empresas, parceiras da Africa, também estão comemorando os prêmios. Uma delas é a Gringo, empresa com apenas um ano de atividades, responsável pela produção de dois dos trabalhos premiados da agência: os sites Africa Auditorium e Still Alive, do projeto Natureza Viva da Companhia Vale do Rio Doce. Conforme seus diretores, André Matarazzo e Fernanda Jesus, a Gringo está se firmando com uma das mais ágeis hot shops do setor por apresentar soluções interativas com agilidade e criatividade. A Gringo, autora da nova campanha Motorola Razr2, também acaba de contratar como gerenciador de projetos o norte-americano Cameron Morris, ex-analista de operações online do Google. A outra empresa é a Unica Interactive Marketing Solutions, fornecedora de tecnologia, cuja parceria com a Africa envolve os cinco Leões conquistados pela agência. A Unica, que viabiliza a veiculação das idéias criadas pela Africa, é dirigida por Roberto Eckersdorff, um dos principais experts em tecnologia para publicidade na Internet. Ele fundou a Única em 2004 depois de passagens pelo mercado de Telemarketing, na Quatro/A, e marketing direto, digital e database, na Datamidia,FCBi, onde foi responsável pela área de Internet marketing. Eckersdorff foi quem implantou o primeiro atendimento via chat on-line no Brasil na Quatro/A em 98, na época conhecido como Internet Call Center. Também foi pioneiro no Brasil na introdução de tecnologias de alta qualidade (rich media) e novos processos de publicidade e inteligência digital com o Superstitial da UNICAST no ano 2000, padronizando e tendo mais de 80% de market share desse mercado.
Escrito por Adonis Alonso às 11h38
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| 04/07/2007 |
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LITUÂNIA, MAIOR VENCEDORA EM CANNES?

Borrel: Pages BBDO da República Dominicana
Segundo o site argentino Adlatina de notícias de publicidade, a Lituânia foi a grande vencedora do Festival de Cannes 2007. Dirigido pelo jornalista Jorge Martinez, Adlatina elabora um ranking de eficiência apurado pela divisão da quantidade de pontos obtidos pela quantidade de inscrições de cada país. Não leva em conta short list e concede 100 pontos para um Grand Prix, 70 para um Leão de Ouro, 50 para Prata e 30 para Bronze. Assim, com apenas uma inscrição e um Leão de Prata no Medio Lions para “Recycling, da Universal McCann, o mercado lituano aparece como o mais eficiente no recém-terminado festival, segundo o site. Ainda de acordo com Adlatina, República Dominicana e Uruguay ficaram respectivamente em segundo e terceiro lugar. Com doze inscrições, a Pages BBDO da República Dominicana, dirigida pelo criativo Rodolfo Borrel, ganhou um Leão em Promo e outro, de Prata, em Media. Já o Uruguai, que concorreu com 18 peças em várias áreas, conquistou um prêmio em Promo e um Leão de Bronze em Outdoor. Conforme o ranking de Cannes 2007 elaborado por Adlatina, a Argentina se posicionou em sexto lugar, com um Grand Prix, sete Ouros, seis Pratas e doze Bronzes, e o Brasil em 28º lugar com seis Ouros, quatro Pratas e 20 Bronzes. Estados Unidos e Inglaterra, oficialmente primeiro e segundo no Cannes Lions, no ranking de Adlatina aparecem apenas na 16ª e 20ª posições, respectivamente.
Escrito por Adonis Alonso às 15h58
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FEMSA APOSTA NO ESTILO FISCHER
Baixinho: ruivo como a Bock
Com a confiança depositada pela Femsa no diretor de criação Flávio Casarotti, principalmente após a aprovação do conceito “Nem forte nem fraca, no ponto”, desenvolvido para o lançamento da Sol no país, a Fischer América desistiu do projeto de montar uma segunda agência apenas para abrigar outra marca da companhia. A pré-anunciada Vírus, que seria comandada pelos atuais dirigentes da Euro Brasil, Duílio Malfatti e Jader Rossetto, não saiu do papel. Num contato recente, um importante executivo do grupo Total nos garantiu que não só a Femsa já dispensava uma outra agência do grupo para atender Kaiser como exigia que Casarotti assumisse o projeto criativo dessa marca. Assim é que Casarotti assina a criação e direção da nova campanha da Kaiser na qual o personagem Baixinho fica ruivo para divulgar a versão Bock da cerveja, focada no consumo do produto no inverno. Flávio Ferri e Michel El Chemorr também assinam a campanha composta por anúncios, jingles e material de ponto de venda. Ricardo Moricci, diretor de marketing da Femsa Brasil, aprovou o slogan “Garanta a sua porque ela acaba antes de esquentar”. Kaiser Bock, a cerveja surpreendente de inverno”.
Escrito por Adonis Alonso às 15h02
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| 03/07/2007 |
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HUNGRY MAN PROPÕE ABRIR FRONTEIRAS
Mehdeff: melhor para o mercado
Steve Orent, fundador da Hungry Man, descobriu o Brasil em 2003. Quatro anos depois, a produtora comemora seu primeiro Leão 100% nacional, o Bronze da Santa Clara para “In a man’s life” para o Discovery Channel. Nesses quatro anos, porém, a produtora norte-americana conquistou outros prêmios com realizações filmadas no Brasil. Entre 2004 e 2006 a Hungry Man ganhou outros Leões em Cannes com trabalhos produzidos no Rio de Janeiro, o que motivou a decisão, em 2005, de abrir efetivamente uma empresa no Brasil. O Leão da Santa Clara foi o primeiro criado por uma agência nacional, dirigido por diretor brasileiro e para um anunciante estabelecido no país. Para Alex Mehedff, ex-Jodaf Internacional e atual principal executivo da Hungry Man brasileira, o reconhecimento do trabalho da produtora com um Leão de Cannes é apenas uma semente para visão da empresa de trabalhar com o olhar para além das fronteiras. A idéia é realizar aqui no país projetos multinacionais, com o melhor diretor para cada trabalho. “Vamos supor que o mercado se abrisse para além das fronteiras, buscando produtoras e diretores além do território nacional. O que aconteceria com os filmes? Ficariam melhores ou piores? A pergunta é pertinente se levarmos em conta que um país vizinho tão próximo como a Argentina emplaca nada menos do que 32 filmes no short list.”, diz Mehedff. "Para que a Argentina não entrasse no vício, ou que os diretores não se acomodassem com o volume ou com o seu trabalho, as produtoras conversaram com as agências e descobriram que elas agências queriam filmar com diretores estrangeiros da Europa, dos EUA, da África do Sul, da Austrália O que as produtoras fizeram? Iniciaram um movimento um ano e meio atrás e passaram a representar diretores estrangeiros no mercado argentino. Com isso, obrigaram seus próprios diretores a se empenhar em filmar cada vez melhor. Com sua experiência internacional, ele constata que o mundo publicitário funciona mais ou menos igual, com as agências mandando roteiros, orçando e ouvindo sugestões de diretores de vários países até se chegar a um consenso. “As boas produtoras e os diretores brasileiros sabem disto. O Manguinha já filmou para fora, o Borrelli, o Andrucha, o Breno, o Claudio Torres e a Flavia Moraes, entre outros”, explica. “Agora, quanto mais os diretores brasileiros filmarem para fora, melhor será para todos que estão neste mercado! As portas se abrem assim. Veja o que o Fernando Meirelles fez com Cidade de Deus...”, argumenta. “Mas porque será que o mercado se fecha tanto?”, questiona. “Não ter medo é fundamental para que as produtoras no Brasil possam de fato, aceitar esta mudança. O vício está aí, os filmes, e muitos têm jeito de que foram feitos em 1994, ano da Copa, ano em que o Brasil fez bonito nos EUA e que as campanhas deram o que falar. Será que as produtoras no Brasil estão prontas para aceitar esse desejo das agências? Daí sim os filmes brasileiros em Cannes podem voltar a ganhar o que ganhavam nos anos 80 e 90. Se é isso que o mercado tanto quer”, finaliza.
Escrito por Adonis Alonso às 15h07
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MC CANN COMEMORA FIM DE JEJUM
 
Anúncio e Adriana: rompendo marasmo
Quase 20 anos depois de ganhar um Leão de Bronze em Cannes com peça da AACD, a McCann-Erickson brasileira volta a conquistar prêmios no principal festival mundial de publicidade e comemora. A agência veiculou anúncio registrando com bom humor o fim de um longo período de “abstinência”. No melhor estilo das tradicionais famílias européias, também exibiu na janela o lençol manchado de sangue. A peça foi criada por Adriana Cury e Wolfgang Covi, com direção de arte de Fernando Saú e direção criativa da própria Adriana e Eric Sulzer. A fotografia é de Rogério Miranda. Adriana Cury, chairwoman da McCann Brasil, festeja o desempenho da agência após um ano e meio da nova gestão. Foram 13 short-list em Cannes 2007 em sete das nove áreas em que o festival é disputado. A McCann só não teve finalistas em Media e no Titanium, onde, aliás, nem inscreveu. No final saiu com dois Leões, sendo um Prata em Cyber para Jontex e um Bronze em Outdoor com o anúncio Helicóptero, para o Exército da Salvação. Com isso, deixou o festival como quarta agência mais premiada do Brasil. “Já no ano passado fomos a sexta agência mais premiada do país nos seis festivais mundiais”, explica Adriana Cury, que considera os resultados de Cannes, Londres, Clio, NY Festival, One Show e AD&D. “Acho que definitivamente rompemos o marasmo e começamos reverter a imagem da McCann que não era identificada como agência criativa”, conclui.
Escrito por Adonis Alonso às 14h05
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| 02/07/2007 |
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SD RECEBE ONE STOP EM SUA SEDE

Rodrigues e Farina: sócios do grupo Total
Após quase três meses de negociação, o grupo Total, de Eduardo Fischer, concluiu a compra da maioria acionária da SD Comunicação, uma das maiores agências nacionais de marketing promocional. Dirigida pelos sócios Dudi Rodrigues e Antonio Carlos Farina, a SD obteve excelente desempenho no recém-julgado Prêmio Colunistas Promoção SP 2007, quando conquistou um Grand Prix de Ação Promocional e teve Farina eleito Profissional de Promoção do Ano. Ao assumir o controle acionário da SD, Fischer funde a empresa com a sua One Stop, que passa a operar como One Stop + SD. No mesmo pacote foi incluída a New Promo, de Rodrigues e Farina, que atua com mão de obra especializada em marketing promocional. A nova composição acionária da divide-se entre 75% das ações em poder do grupo Totalcom e 25% ficam com os sócios Antonio Farina e Dudi Rodrigues, que continuarão à frente do negócio junto com Fernando Lion, atual diretor de criação da One Stop. A agência resultante da fusão começou a operar hoje na sede da SD. Entre os clientes da One Stop estão a Monsanto, Citrovita, Suzano e um projeto da Oi Telefonia durante os próximos Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro. A SD, por sua vez, atende Banco Santander, Ajinomoto, jornal Metro, Femsa, Adams, Coca-Cola, CTBC e Sabesp, entre outros.
Escrito por Adonis Alonso às 17h18
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