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| 14/10/2006 |
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CAPA DA “CARAS” SUGERE AÇÃO DE FISCHER

"Selinho" para justificar romance. Foto Revista Caras
Quem conhece Eduardo Fischer tinha certeza de que sua agência não ficaria naquele modesto comercial de estréia para a Kaiser. Quem também acompanhou por este blog a briga entre Wilson Perón, autor do personagem “Bolada” que virou o Baixinho, com a cervejaria, agora multinacional, talvez entenda agora a capa da última revista “Caras”. Ao mesmo tempo em que é retirado dos comerciais da cerveja, o Baixinho reaparece como José Valien Royo, o ator, envolvido num suposto romance com a atriz Karina, com “K” de Kaiser, Bacchi. O casal combina tanto quanto cerveja com espaguete ao pomodoro. Além dos quase 30 anos que os separam, Karina e Valien foram tão autênticos nos flashes gravados pelos programas de fofoca como os candidatos que usaram o horário eleitoral gratuito na tevê. Parece não haver dúvida alguma de que o romance não passa mesmo de uma jogada de marketing inteligente, que já colocou o personagem das campanhas da cerveja na mídia eletrônica, nos jornais e nas outras revistas, além da “Caras”. O convite de aniversário dos 30 anos de Karina, com “K” amarelo no fundo vermelho, mais parecia o rótulo da própria Kaiser. Além disso, ele pediu aos convidados vestirem as duas cores da cerveja, coincidentemente também da bandeira espanhola, segundo a atriz para homenagear a ascendência materna, já que decididamente o nome Bacchi não consta de qualquer lista telefônica da Espanha. Mas o bom das estratégias de Fischer é que elas se solucionam rapidamente, ou seja, em breve o “romance” de Karina e Valien deverá estar estampado nas peças publicitárias da Kaiser.
Escrito por Adonis Alonso às 21h55
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| 11/10/2006 |
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BENETTON CONTA SUA HISTÓRIA
 
Hoje, anúncios mais comportados
Amamentação
Anjo e Demônio?
O beijo: protestos
Em grande evento no Centro Pompidou, Paris, o grupo italiano Benetton, criado em 1965 pelos irmãos Luciano, Giuliana, Gilberto e Carlo, comemorou nesta terça-feira (10), com atraso, seus 40 anos. O primeiro desfile de moda oficial da Benetton contou a história de liberdade, democracia e estilo da marca que já chocou o mundo com anúncios publicitários extremamente polêmicos criados a partir de fotos de Oliviero Toscani. O fotógrafo chocou o mundo com imagens fortes sobre temas tão diversos como a Aids, em anúncio de 92, ou o beijo entre o padre e a freira, de 91. Foi com o tema “Racismo”, porém, que a marca recebeu as mais duras críticas em todo o mundo. A história dessa série começou no final da década de 80 com peça mostrando dois punhos, um branco e um negro, algemados. O melhor dos anúncios, entretanto, mostrava uma criança branca mamando do peito de uma negra. Toscani extrapolou, porém, com a peça que batizou de "Anjo e Demônio" (Angel and Devil), quando configurou uma criança loira como anjo e uma negra como diabo. Os anúncios atuais, especialmente de produtos, são muito mais comportados. Após o evento, o Centro Pompidou mantém até 6 de novembro a exposição "Lês yeux ouverts", de fotografias e projetos interativos, concebida em parceria com a Fabrica, centro de pesquisa em comunicação mantido pela Benetton, que reúne jovens de todas as partes do mundo. Atualmente, o grupo tem 5 mil pontos de vendas em 120 países, mas só teve sua primeira loja fora da Itália em 1969, em Paris, França. Em 78 já exportava 60%¨de sua produção. Em 1980 chegou em Nova York, na Madison Avenue, e em 1982 ao Japão, abrindo loja própria da grife em Tóquio.
Escrito por Adonis Alonso às 15h37
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| 10/10/2006 |
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GLOBO RESPONDE E ACREDITA EM "O PROFETA"

Cristais CaD'Oro, na novela Cristais Áurea
Em breve o mercado publicitário receberá o material da Rede Globo sobre a novela “O Profeta” com informações detalhadas da trama, perfil dos personagens e oportunidades de ações de comunicação de marca ao longo da história. Apesar da dificuldade natural de um enredo que começa nos anos 50 e não passa da década de 70, Marcelo Duarte, diretor de Merchandising da TV Globo acredita na força da nova novela que estréia dia 16. “De fato o merchandising em novelas de época é mais restrito, mesmo em se tratando de uma trama ambientada no glamour dos 50, pois precisa acompanhar e se integrar à trama”, diz o executivo. “Nessa linha, poderemos sim associar marcas da época ao cotidiano dos personagens. Fidelização, tradição e atualidade destas marcas são conceitos que podem ser muito bem trabalhados em projetos desenhados especificamente para a novela”, acredita ele. Duarte informa que a produção já tem uma parceria com a Cristais CaD’oro onde se ambientam as cenas da fábrica que funciona como ponto central da novela. Nessa fábrica, a Cristais Áurea no folhetim, trabalham a protagonista Sônia (Paola Oliveira) e seu namorado Camilo (Malvino Salvador), que disputará o coração da donzela como o ator principal Thiago Fragoso (Marcos). Dalton Vighi (Clóvis), na história o dono da fábrica, também se interessa pela moça, o que apimenta a trama e vai provocar dor de cabeça em vários personagens, proporcionando à Globo a chance de também oferecer merchandising para Melhoral, outra marca que vence a barreira do tempo.
Escrito por Adonis Alonso às 14h44
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| 09/10/2006 |
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NOVELA DAS 6, TERROR DO MERCHANDISING

Os protagonistas Paola Oliveira e Thiago Fragoso
Termina Sinhá Moça, começa O Profeta. A primeira, nem pensar em merchandising. A sucessora só com muita imaginação do departamento dirigido por Marcelo Duarte, na TV Globo. Claro que a versão original, de Ivani Ribeiro, exibida pela TV Tupi em 1977, nem sonhava com esse tipo de ação publicitária. Agora, porém, os tempos são outros, e a própria festa de lançamento do remaker que estréia na próxima segunda-feira (16), deixou brechas para ousadas ações de merchandising. A trama começa nos anos 50, mas pula rapidamente para a década de 70, quando o personagem-título se apaixona para satisfazer a expectativa do público noveleiro. Realizada no tradicional Nacional Clube do bairro do Pacaembu, em São Paulo, a festa teve desenhos de anúncios com garotas-propaganda da época na parede, liquidificador para bater sorvete e até a banda The Originals, executando entre outros sucessos, hits de Renato e seus Blue Caps, conjunto que estrelava a Jovem Guarda de Roberto Carlos. Assim, sobra para Duarte e sua equipe pensarem em marcas que atuam no país desde os anos 50 e que, além de aparecer em cena, poderiam aproveitar os breakes para dizer que quem dura tantos anos no mercado só pode ter bons produtos.
Escrito por Adonis Alonso às 17h17
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